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01 junho, 2011

A lendária pérola luminosa da China


Durante séculos, os chineses cultuaram pequenas esferas que segundo acreditavam, garantiam boa sorte a todos que nela tocassem. Não preciso nem dizer o quanto essas esferas, chamadas de pérolas luminosas eram raras para que tal lenda se espalhasse. De fato, os chineses que chegaram a ver esses impressionantes objetos diziam que elas brilhavam na escuridão completa, como que dotados de um misterioso poder místico. Devido a sua raridade, eram presentes dados unicamente aos imperadores da China.
Como muitas outras alegações de que tocar certos objetos esdrúxulos conduziriam a pessoa a uma vida inteira de riquezas e felicidades, as pérolas luminosas sempre foram consideradas lendas pelos ocidentais, e isso só foi realmente mudar de figura quando em 1982 uma mina de tungstênio revelou uma jazida gigante do misterioso mineral, que para todos os efeitos parece muito com a Kriptonita dos filmes. Trata-se de uma maravilha do mundo mineral.
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Veja o incrível brilho emitido pela pedra
A rocha tem coloração esverdeada e seu material é baseado em fluorita, que sem a ajuda de luz ultravioleta, pode brilhar no escuro.
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Mas como pode uma pedra brilhar no escuro?
Isso acontece porque as pérolas luminosas são formadas de um material chamado clorofano (clorophane), uma variante da fluorita (CaF2) que tem incorporada a ela uma certa quantidade de elementos de terras raras capazes de produzir fosforescência na pedra.
São estes elementos que agem como ativadores e desativadores do misterioso brilho das pedras. Graças a ação desses elementos, a fluorita pode armazenar a energia natural do sol e liberá-la aos poucos, de forma que a pedra emite luz realmente em baixas condições de luminosidade. Hoje em dia, graças ao conhecimento da química, da física e dos materiais compostos, fabricamos até luz líquida, mas imagine só a estupefação que uma pedra que gerava luz podia produzir na mente de um homem primitivo.
Nem todas as fluoritas atuam armazenando a luz do sol e liberando aos poucos, algumas requerem uma determinada altura de onda de luz ultravioleta para brilhar.
A maior pedra deste mineral, chamado Yemengzhu pelos orientais possuía nada menos que seis toneladas. Quando foi descoberta, sua forma era irregular, por isso foram necessários três anos de contínua lapidação para obter a forma esférica que vemos nas fotos abaixo. Levou tanto tempo, porque devido a sua cristalização, esta pedra é excepcionalmente dura, tão dura que chega a ser comparada ao diamante.
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A maior pérola luminosa do mundo foi finalmente colocada em exibição na China, na cidade de Wenchang, na província de Hainan no ano passado, atraindo milhares de pessoas que vinham das mais distantes regiões em busca de tocar no misterioso mineral.
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O valor da rocha foi estimado em 2,2 bilhões de yuan (cerca de $331 milhões de dólares).
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Charles Fort e a sociedade forteana


Cético convicto e ferrenho crítico do positivismo, Fort dedicou sua vida a colecionar fatos insólitos que não poderiam ser explicados pela ciência do seu tempo. Além de conseguir provar que a ciência não era tão exata quanto diziam, foi o primeiro a escrever sobre o sobrenatural e precursor do realismo fantástico.

Nascido em 1874 em Albany, Nova York, Fort com apenas 18 anos começa a trabalhar em um jornal de NY e foge de casa, por culpa do seu pai tirano e autoritário, em sua alto bibliografia chamada “Many Parts” (sem tradução para o português) Fort acusa seu pai por esse sentimento que Fort tinha de ir contra dogmas e autoridades.

Aos 22 casa-se com Anna Filan, com quem viveria até sua morte e ajudaria na publicação e conservação de suas notas, apesar de uma vida inteira conjunta, o casal não deixaria nenhum filho.
Aos 23 anos, Fort teria escrito cerca 10 livros e 25,000 notas, mas em um acesso de loucura e depressão teria queimado todas elas, sempre que perguntado sobre estes acontecimentos, ele respondia simplesmente: “Não estavam boas o suficientes” ou “não saíram do jeito que eu queria”.

Desde seu começo nos jornais de NY, Fort tomava gosto pelas notícias sobre casos insólitos, a grande maioria sobre chuvas e quedas de materiais estranhos (o que mais tarde seria conhecido como Fafrotskies). Fort recolhia as informações que pesquisava na biblioteca que ficava perto de sua casa e fazia pequenas anotações e comentários sobre o fato, comentários esses com doses de ironia e sarcasmo. 

Como ele mesmo disse no livro “Wild Talents” (sem tradução também):
Sou um colecionador sobre assuntos diversos... tal como desvios na concentricidade da cratera lunar de Copérnico e a aparição súbita de homens ingleses roxos... o radiante fixo das chuvas de meteoros, e os relatos sobre crescimento de cabelo na cabeça de múmias carecas...”

Fort e Anna viveram por muitos anos na pobreza, ele em si não era muito sociável, se não fosse por Anna, que o levaria a todos os eventos sociais, e que frequentemente insistia para que vende-se seu material para revistas e jornais, em uma dessas entrevistas para vender seus materiais, Fort conheceria Theodore Dreiser, um dos poucos amigos em vida, que o incentivaria a escrever o grande sucesso dele ““O Livro dos Danados” ( sim, esse pelo menos tem tradução pra português, o nome original seria “The Book of Damned”).
Na introdução do livro, Fort explica o nome de “danados” aos fatos insólitos que procurava:
Com a palavra danados, quero dizer os excluídos. Temos portanto uma enfiada de dados que a ciência excluiu. Batalhões de danados, capitaneados pelos diáfanos dados que exumei, põem-se em marcha. Ei-los alígeros... logo marcharão . Alguns são lívidos, outros flamejantes, outros ainda putrefatos. (…) O poder que afirmou a todas estas coisas que elas são danadas, foi a Ciência Dogmática.”
A sorte de Fort muda após os 42 anos, quando recebe uma valiosa herança, que o permite se dedicar completamente a escrita, Dreiser consegue convencer um editor a publicar “O Livro dos Danados” depois se muda com Anna para Londres, próximo ao museu britânico, começando a frequentar a biblioteca dele quase que diariamente.
Voltando há Nova York em 1929, conheceria Tiffany Thayer, um jovem novelista que em muito se interessou pelo trabalho de Fort, há ponto de dar os primeiros passos para fundar a sociedade Forteana. No livro “New Lands, Thayler tentou explicar o inexplicável Charles Fort:
Ele ria a medida que escrevia, lia e pensava: ria do assunto, caia na gargalhada com a presunção de seus praticantes, (…), sorria por sua própria tolice de ter se metido em tal negócio, dava risada das criticas de seus livros, e teve acesso de riso à minha custa a ver que eu realmente estava organizando a sociedade forteana”.
Infelizmente a saúde de Fort foi piorando, a cegueira que tinha foi cada vez aumentando até que no dia 3 de maio de de 1932, Fort da entrada no hospital com suspeita de leucemia, morrendo horas após, depois de sua morte, Anna perdeu o interesse em viver e acabou morrendo sozinha 5 anos depois.
Em vida, Fort relatava grandes fenômenos de poltergeist em seus apartamentos tanto no Bronx como em Londres, após sua morte, Dreiser entrevista Anna sobre os respectivos fatos, e pergunta se por acaso o fenômenos continuavam, Anna diz por que por vezes escutava barulhos e vozes estranhos na noite, e diz: “Uma tarde (…) a tia dele veio a minha casa e me perturbou sobre o dinheiro. Disse que eu não tinha direito a ele. Eu fui para cama chorando, e a noite eu pensei ter visto ele sentado numa poltrona (…) Ele disse: “Hello Momma” e eu nunca fiquei tão feliz de ter visto alguém na minha vida”.
Charles Fort foi muito ridicularizado em sua vida, as vezes até por ele mesmo, mas não se pode negar a sua contribuição para a literatura do fantástico, sendo o primeiro a realmente escrever sobre poltergeists, chuvas anômalas e diversos fatos insólitos, apesar de aceitar qualquer descrição como verdade, deu o primeiro passo para se discutir o indiscutível e provar que nem sempre a ciência tem explicação para tudo.

Para saber mais:
Site oficial da sociedade forteana
http://www.forteana.org/

E seus quatro livros:
  • O livro dos danados(1919)
  • New Lands (1923)
  • Lo! (1931)
  • Wild Talents (1932)

Mulher diz ter sido visitada por espírito de Jim Morrison

 
Uma mulher de Arlignton, na Virgínia do Norte, EUA, garante que o fantasma de Jim Morrison apareceu em sua casa por três vezes, deitando ao seu lado na cama. Rhonda Baron mora na Rua 28, numa casa onde Morrison passou parte da infância - e para onde retornou do Além, segundo ela.

"Esse é o quarto onde ele vivia", disse Rhonda à repórter de uma TV local , "O espírito ficou na cama, completamente deitado e me olhando. Era como uma névoa, você podia ver através dele", descreve.
A casa na rua 28 havia sido dos pais de Jim e, dois donos depois, foi comprada pela família de Rhonda. As visitas teriam ocorrido quando ela estava na faculdade, cerca de dez anos após a morte do cantor.

Jim Morrison morreu em 1971, em Paris, de uma parada cardíaca causada por anos de abuso de drogas e álcool. O cantor teria hoje 67 anos, se fosse vivo.

Rhonda acredita que na época a entidade estava tentando ajudá-la a resolver um problema que ela estava tendo com o namorado e diz ter "sentido" que o espírito era de Jim Morrison, pois se parecia com ele, com longos cabelos encaracolados. Após três visitas, ela disse que não queria mais ajuda.

Segundo a reportagem do WUSA9, Jim morou em outras duas casas na cidade, mas os atuais moradores não têm nenhuma história de assombração para contar.



Fonte: O Globo

A História de Rudolph Fentz e viagens no tempo

Lembro quando estava pesquisando sobre viagens no tempo, entre todas que li essa foi a que mais me chamou a atenção, havia riqueza nos detalhes uma história intrigante, eu quase podia visualizar todos os acontecimentos, enfim aqui vai a história:

Em junho de 1950 um estranho homem, vestido em roupas muito antiquadas de décadas atrás, foi visto por populares em Times Square, na cidade de Nova Iorque. Parecia perdido e muito assustado com a movimentação intensa dos automóveis e os intensos brilhos dos faróis que o deixavam em pânico. 


Atordoado, subitamente foi atropelado e veio a falecer quando inadvertidamente foi colhido por um desses veículos. Na ocasião em que a Polícia examinou seu corpo, encontrou junto a ele uma moeda do Século XIX fora de circulação, uma carta com carimbo postal de junho de 1876 e também velhas cédulas de dinheiro datadas do mesmo ano. 

Também acharam com ele documentos antigos e cartões de visita em nome de Rudolph Fentz, porém nenhum moderno registro foi encontrado com esse nome, nem mesmo através das suas impressões digitais foram encontrados quaisquer registros oficiais - e após serem efetuadas pesquisas as autoridades chegaram à viúva de um tal Rudolph Fentz Júnior, a qual declarou que o pai do seu marido, o tal Rudolph Fentz, desaparecera sem deixar qualquer traço exatamente no ano de 1876! 

E vasculhando ainda mais profundamente o caso, comprovou-se que o endereço encontrado em um cartão profissional junto ao corpo fora O MESMO onde vivera o desaparecido Rudolph Fentz em 1876! Atônitos, os policias constataram que de alguma forma esse cidadão simplesmente desapareceu em 1876 tendo viajado por 74 anos através do tempo - precisamente na direção do futuro.

Incrível não? Pois bem, não se animem tanto, pois a história acima não passa de uma fraude, um conto uma vez produzido, reproduzido como verídico e espalhado como vírus pela internet, a real origem disso data de 15 de setembro de 1951, o autor é um escritor de ficção científica, chamado “Jack Finney”.

Apesar de falsa, não há como negar a beleza dessa história, e de como funcionava a cabeça do escritor, uma história tão convincente que conseguiu enganar diversos ocultistas e pessoas comuns (inclusive esse que vos escreve) por tanto tempo, merece o devido respeito, será que Finney se baseou em alguma história real que leu/ouviu?

Essa é boa, A menina Poltergeist


Em 1988, no interior de Santa Rosa (RS),uma pré-adolescente tornava-se manchete nacional;
Leonice Fitz com 13 anos de idade,conseguia movimentar objetos, estourar lâmpadas, e até mesmo manter estranhos ‘diálogos’ com ruídos que se originavam nas paredes de sua casa.
Isso fez com que em pouquíssimo tempo Leonice ficasse conhecia como “ A Paranormal de Santa Rosa” ou “A menina Poltergeist”, entre outros.

Os fenômenos vieram a público em abril desse mesmo ano, quando o jornal “ Zero Hora” estampou em sua capa, uma foto da menina erguendo o colchão de sua cama sem tocar.
De acordo com sua mãe,Ema,hoje com 64 anos,desde bebê ela já mantinha um comportamento esquisito.
Quando em idade escolar, divertia-se fazendo brincadeiras de mau-gosto com os colegas, como fazer voar os bonés dos meninos pelas janelas da sala de aula,e fazer com que pedras da estrada levitassem dançando pelo ar no caminho para casa.
O pai,Arnildo Fitz, falecido em 2003,aos 57 anos, relatava que o caso havia se agravado em Novembro de 1987,quando fatos assustadores passaram a acontecer; Papéis picados apareciam do nada em baixo da cama da filha, lâmpadas piscavam freneticamente e explodiam logo em seguida, baldes de água se locomoviam sozinhos, colchões se contorciam até dobrar ao meio. E somente Arnildo,era capaz de com olhares,exercer algum poder sobre as ‘atividades’ de Leonice,assim evitando que ela despedaçasse o restante das louças,que voavam de encontro a parede mais próxima.
Relatos de familiares, vizinhos e amigos constatam que o fato é mesmo verdadeiro, e que na passagem da infância para adolescência para ela era tudo brincadeira,mas com o amadurecimento, foi se tornando incômodas a especulações dos curiosos, a falta de privacidade e a peregrinação que faziam em frente a sua casa.
Com a proporção que os acontecimentos foram provocando a prefeitura de Santa Rosa pediu ajuda ao padre e parapsicólogo Edvino Friderichs que tratou dela até o fim dos anos 80.
- O problema é que ela acha graça quando isso acontece, sem levar em conta que se trata de um desequilíbrio físico e psíquico. - Ressalta o Padre.
Padre Friderichs tentou ensiná-la a controlar o porão obscuro da mente. Não tardou para que com isso uma verdadeira invasão da humilde casa onde moravam fosse desencadeada :
Haviam mais de 100 pessoas que faziam de tudo para poder espiar o que estava ocorrendo dentro da casa. Uns subiam até em mesas e cadeiras. A BM foi chamada para bloquear a estrada,enquanto se faziam os métodos de relaxamento muscular, que segundo o Padre, iriam acabar com os fantásticos e raros fenômenos.
Não adiantou. Ela seguiu conversando com o além, o interlocutor preferido era o tio-avô Otto Fitz, a quem se atribuía façanhas como hipnotizar serpentes e adormecer touros bravios. Enquanto Leonice falava, a alma do antepassado percutia as respostas codificadas na parede.

Na época o padre tinha 72 anos. Os fenômenos,segundo ele,eram provocados pelo poder de sua mente, ou seja, um sexto-sentido anda pouco usado pelos humanos mas que algumas pessoas teriam mais desenvolvido.
Na fase adulta, não parava nos empregos de doméstica, parecia uma feiticeira de avental a assustar as patroas. Numa ocasião, o ferro de passar roupa esquentou, embora estivesse desligado. Em outra, as bocas do fogão a gás se acenderam sem que fossem acionadas.
Leonice manteve um consultório espiritual por 10 anos. Assegurava que seus dotes eram usados para curar pessoas com distúrbios, possessas, que vinham até do Paraguai e da Argentina. Um dos pacientes mais endiabrados foi um rapaz de Porto Mauá, que atearia fogo em galpões tendo por combustível a força do pensamento.
Um pouco antes de adoecer (Leonice Fitz faleceu em 2010 aos 34 anos vítima de câncer nos ossos.)Leonice surpreendeu seu marido, o jardineiro Armindo Herzog, 57 anos ; Os dois foram ao supermercado, Armindo trancara a porta da casa e metera a chave no bolso. Durante as compras, ela avisou:
— Ó, acabei de abrir a nossa casa.
— Não pode. A chave está comigo — protestou o marido.
Ao voltarem, o boquiaberto Armindo deparou com a porta escancarada. E não foi obra de ladrões — garantiam os dois.
Em entrevista cedida pouco antes do falecimento,a Leonice enferma não gostava de lembrar da Leonice menina ,que atraiu exorcistas, caçadores de fantasmas, aloucados e multidões de curiosos ávidos por assistirem a mesas gravitando como espaçonaves.

— Por que tive de ser diferente dos outros? — penalizava-se.

E será que os poderes paranormais continuaram ativos?
Antes de responder, ela acende mais um cigarro —a média era um a cada 10 minutos — apontando para a luz que iluminava o quarto,disse :

— Se quiser, desligo aquela lâmpada, eu desligo. Mas tenho medo de fazer isso e não parar mais. Aí, quem vai me ajudar?
Fontes : Terra,ClicRBS.

Iraniana ganha direito de cegar agressor

Depois de alguns anos tentado uma "vingança legal" contra o homem que a cegou com ácido, Ameneh Bahrami teve o direito concedido pela Justiça do Irã de fazer o mesmo contra os olhos de seu agressor, Majid Movahedi, de acordo com o jornal britânico "The Guardian". Neste sábado, Movahedi será sedado no hospital judicial de Teerã enquanto Ameneh enfim promove sua vingança.
É a primeira vez que uma preso será penalizado com cegueira proveniente de ácido no Irã, um país que está acostumado a sentenciar seus detentos a partir da interpretação literal da Sharia, lei muçulmana.






A iraniana Ameneh, que pediu pelo direito de vingança no tribunal em 2008, teve o rosto desfigurado e ficou cega, em 2004, depois que Movahedi jogou um pote de ácido em sua cara, enquanto ela voltava do trabalho para casa a pé. A atitude criminosa foi uma resposta à recusa de Ameneh em se casar com Movahedi.

"Ele estava se segurando um recipiente com um líquido vermelho. Olhou para dentro dos meus olhos por um segundo e jogou o ácido no meu rosto", contou a vítima durante o julgamento.
De acordo, com a imprensa iraniana, o advogado de Bahrami, Ali Safari, elogiou a sentença do agressor, afirmando que "um método apropriado foi escolhido, portanto, o condenado será cego por algumas gotas de ácido, enquanto está inconsciente".

Em novembro de 2008, um tribunal criminal de Teerã permitiu uma retribuição depois que Movahedi confessou o crime e ordenou que a mulher pudesse cegá-lo com ácido. Ele também foi condenado a pagar uma indenização a sua vítima, mas a mulher iraniana negou o "dinheiro maldito", em suas palavras.

Para as autoridades iranianas, a sentença pode ajudar a diminuir os ataques à acido no país. Mas ativistas de direitos humanos protestaram, afirmando que tal penalidade é desumana.


O que são Ovnis?

Muitas vezes ouvimos falar em historias as quais aparecem ser intrigantes, mas ao mesmo tempo irreais e fictícias, onde poucas pessoas se valem para fazer comentários sobre as mesmas, onde um dos assuntos que mais cria debates entre muitas pessoas são os chamados Óvnis, ou Ufos, onde possuem significado de Objeto Voador Não Identificado, ou seja, extraterrestres em geral.
Assunto esse que até algum tempo atrás era simplesmente motivo de comedia e piadas, mas atualmente as explorações interplanetárias as quais estão evoluindo e muito, estão levando essa discussão a uma amplitude maior e mais seria, onde cada vez mais e mais pessoas estão cogitando a idéia de realmente existirem outros seres vivos além de nós, onde vários fatos levam a tais conclusões.
Então existem vários fatos científicos de analises as quais levam muitas pessoas a pensar e fazer analises, onde podemos inicialmente fazer alguns estudos com relação a sociedades antigas como os Maias, onde os mesmos possuíam sem nenhuma tecnologia conhecimentos muito mais avançados do que os atuais, também quando vamos avaliar o Universos e suas galáxias, onde a nossa é uma das menores existentes, e o nosso sol é praticamente insignificantes com relação aos outros, assim existem também muitas pessoas que afirmam que os extraterrestres somo nós, onde somos a sociedade menos desenvolvida e menor, mas enfim as discussões continuam, e os estudos também, mesmo que escondidos e secretos.