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13 agosto, 2012

Um misterioso parafuso de 300 milhões de anos?


A história do estranho parafuso é a seguinte:
No verão de 1998, cientistas russos que estavam investigando uma área com 300 º km a sudoeste de Moscou sobre os restos de um meteorito, descobriram um pedaço de rocha que incluía um parafuso de ferro. Os geólogos estimam que a idade da rocha é 300-320 milhões de anos.
Naquela época, não eram apenas formas de vida inteligente na Terra, nem mesmo …..
dinossauros não aparecem na sua superfície. O parafuso, o que é claramente visível na cabeça ea porca, tem um comprimento de cerca de cm e um diâmetro de cerca de três milímetros.
Os cientistas inicialmente pensou que o parafuso estava em uma máquina agrícola. Mas o parafuso foi firmemente fixada na rocha.
Caso de “erro” foi excluída porque, além disso, como mostrado por estudos posteriores, o parafuso há realmente uma quantidade enorme de tempo, já que os átomos de ferro do parafuso e os átomos de silício (a partir do qual a rocha é constituída principalmente) se espalharam em todo o ylika.Oi dois raios-X revelou que existem dentro dos parafusos de rocha e semelhantes .. , bem como duas pequenas bolas redondas que têm orifícios quadrados.
Este achado tem sido estudada intensivamente em várias instituições científicas da Rússia – de geólogos, físicos, paleontólogos, mineralogistas e provou que o parafuso foi no sedimento antes de ser montado sobre uma rocha. Todos os técnicos que examinaram os resultados estão convencidos de que o parafuso foi construído artificialmente e não um produto de um processo natural.
Bom, como podemos ver pela foto, realmente a rocha parece ter um parafuso dentro dela. Mas sei lá. Eu fico com o pé atrás de qualquer coisa datada por carbono 14, porque acho um método meio questionável de datação para certas coisas. Se não havia gente na face da terra e nem sequer dinossauros, como que pode ter um parafuso desta idade?
Há quem aponte uma simples resposta para este problema: “É uma peça caída de um disco voador!”
Eu sou meio cético com relação a estas ideias de peças caindo de discos voadores. Eu até aceito que existam discos voadores, Aliens e tudo mais, mas tenho dificuldade em admitir equipamentos tão sofisticados ao ponto de fazer o que eles fazem perderem peças assim, como se fosse o Fiat 147 modelo 1983 do verdureiro da minha esquina.
Eu penso que tudo poderia ser mais simples, se considerarmos que esta datação pode estar simplesmente equivocada. Vamos imaginar um leito de pedras onde um belo dia, uma maquina agrícola antiga deixe um parafuso cair. Ele cai no leito e chove em cima. Com o tempo, o parafuso de metal irá se oxidar. Dependendo dos compostos dissolvidos na terra, a temperatura, os fatores extrínsecos, mesmo os mais improváveis como raios caindo no campo, poderiam mudar a constituição deste metal e fundí-lo à rocha, muito mais antiga que o parafuso em si? Não sou geólogo ou químico para dizer, mas não acho que seja impossível levarmos uma hipótese assim em consideração. Aliás, em termos de probabilidade isso já daria de mil a zero na chance de ser uma peça de uma nave alienígena ou mesmo os restos de uma máquina do tempo.
Nada impede de haver por aí rochas até mais antigas que 300 milhões de anos. (pra falar a verdade, a maioria delas é.) Assim, se hoje mesmo eu enfiar um parafuso numa rocha achada no chão, escolhida ao acaso isso fará dele uma antiguidade super-ultra-mega-sensacional?
O texto, que parece ter se originado num desses periódicos russos cuja fama e seriedade é sempre questionável, menciona que a “prova” da antiguidade da peça é que os átomos teriam se fundido com os átomos de silício.
Parando para olhar esta afirmação com mais cuidado, eu desconfiaria disso. Primeiro porque, vamos imaginar, algum geólogo ache um parafuso preso numa pedra. Qual a possibilidade do cara ter um insight de resolver fazer uma datação naquilo e não simplesmente jogar ele sobre o ombro, considerando-o como “detrito”? Outra duvida que eu tenho é que raio de grana preta é esta que financia pesquisas que fazem análises atômicas em parafusos enfiados em pedras achados pelo chão.
Note que não é algo que surge de uma fonte anônima do governo, que dá para um grupo que financia a investigação. O troço (supondo pelo texto) surge por acaso num sítio arqueológico.
No entanto, admitindo que realmente se trata de um parafuso, e que a coisa é como a matéria, pessimamente traduzida por sinal diz, isso nos levaria a questionar muitas coisas e uma delas é se não existiu alguma civilização mais avançada no passado distante deste planeta. Sempre que olhamos a História, vamos voltando no tempo até os dinossauros, e seguimos para trás, chegando até uma bola fumegante de lava vagando no espaço. Mas o que nos garante que em algum ponto da História, antes mesmo da vida como conhecemos hoje florescer, isso já não tivesse ocorrido antes? E se a Terra já tivesse ocupado outra órbita, diferente da atual? E se o planeta for mais antigo do que sonhamos supor com nossas deduções e estimativas? Essa ideia pode parecer uma completa maluquice, digna de ficção científica do século XIX, mas muita gente acredita nisso. Artefatos como este parafuso só reforçam essas teorias.
O parafuso enfiado na pedra descoberto na Russia, não é nada senão mais um das muitas coisas estranhas descobertas com datas estimadas difíceis de explicar. Neste site aqui eles falam de outros supostos objetos, alguns que poderiam ter sido contemporâneos do misterioso parafuso, como uma corrente de ouro pequena, encontrada em Morrisonville, Illinois, USA, em 1891. A corrente artisticamente modelada, foi descoberta enterrada numa pedra que teria vindo do interior de uma mina de cal, datada de 300 milhões de anos.
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Além da corrente, também nos EUA, uma panela de ferro foi encontrada e datada em 300 a 325 milhões de anos. A descoberta da panela misteriosa surgiu em Oklahoma no ano de 1912. Tudo se deu por acidente, quando dois funcionários da Usina Elétrica Municipal de Thomas, estavam usando pás para alimentar com carvão o forno da usina. O carvão era de origem de uma mina próxima, localizada perto de Wilberton. Os empregados acharam um pedaço de carvão que era grande demais para suportar, de modo que os trabalhadores pegaram uma marreta para partí-la. Após diversas marretadas, o carvão finalmente se rompeu, revelando uma estranha e insólita surpresa no seu interior:
Os operários descobriram que o bloco continha uma panela de ferro. Quando o vaso foi removido do bloco, não conseguiram determinar sua origem. Sem conseguir estabelecer a origem da panela, vários especialistas examinaram o carvão ao redor da mesma e determinou-se que a mina teria sido formada entre 300 e 325 milhões de anos atrás. Até hoje a pergunta de como a panela de ferro foi parar ali, está sem resposta.
Seja como for, o caso do misterioso parafuso de 300 milhões de anos pode ser muito, muito mais simples do que naves alienígenas ou mesmo máquinas do tempo e civilizações pré-terrestres. Dá uma olhada nisso:
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Outros parafusos misteriosos enfiados em rochas? As naves dos Ets estão desmontando?
Claro que não! Isso são fósseis de cirinoides.
Os Cirinóides são animais exclusivamente marinhos que ocupam todas as profundezas até aos 6000 metros. Atualmente, a classe conta com apenas algumas centenas de espécies mas o registo geológico mostra uma biodiversidade muito maior dentro do grupo. Veja outros fosseis de cirinóides aqui. 
P9270034 300x225 Um misterioso parafuso de 300 milhões de anos?
O modo de vida dos crinóides é variável. Algumas espécies vivem fixas a um substrato por um pedúnculo durante todo o ciclo de vida; outras podem apresentar fase adulta ou larvar de vida livre. O substrato dos crinóides pode ser um material rochoso, um fundo arenoso ou objetos como madeira que circulam à deriva.
A maioria dos crinóides actuais não é séssil e faz parte do zooplâncton dos oceanos. É interessante notar como os fósseis de cirinóides parecem mesmo com parafusos fossilizados. Não duvido de um estagiário do jornal tablóide de Moscou sob pressão para fazer alguma matéria bombástica, dando de cara com uma foto dessas na net e preenchendo as lacunas com sua mente criativa.  E isso envolve sugerir que um objeto cilíndrico cm anéis concêntricos seja um parafuso, que não tem anéis concêntricos, e sim helicoidais.
Quanto o cordão e a panela, não sei como explicar, talvez simples fraudes para vender jornal.

Curiosity trocará de cérebro, e as novas imagens em alta resolução de Marte



Atualização permitirá que jipe ande pelo terreno rochoso e use laboratório.
Veículo captou mais imagens em alta resolução do planeta vermelho.


A agência espacial americana (Nasa) vai fazer uma atualização do software do robô Curiosity em Marte a partir desta segunda-feira (13).
Esse "transplante de cérebro" servirá para que o jipe, que está no planeta vermelho desde o dia 6 de agosto, possa andar melhor pelo terreno rochoso e comece a usar o laboratório de geoquímica em seu interior, capaz de analisar as amostras recolhidas do solo.
Marte colorida nova (Foto: Nasa/JPL-Caltech/AFP)Imagem captada no dia 9 mostra o terreno árido de Marte em alta resolução (Foto: Nasa/JPL-Caltech/AFP)
Até então, o Curiosity ainda estava no chamado modo de voo, e agora será preparado para as novas etapas da missão, que deve durar pelo menos dois anos e se concentrará na busca por indícios favoráveis à vida.
Na sexta-feira, os engenheiros da Nasa disseram que o robô de R$ 5 bilhões acabou pousando quase 2,5 km além do local previsto, mas ainda dentro da Cratera Gale, ao sul do equador marciano. A viagem a partir da Terra durou oito meses e percorreu 566 milhões de quilômetros.
Marte colorida (Foto: Nasa/JPL-Caltech/AFP)Solo do planeta é cheio de pedras, motivo pelo qual o Curiosity terá um 'update' (Foto: Nasa/JPL-Caltech/AFP)
Uma câmera que fica no mastro do veículo, chamada Mastcam (de 34 milímetros), registrou mais imagens em alta resolução (1.200 x 1.200 pixels) de Marte, em que é possível ver com clareza o terreno árido e pedregoso, a Cratera Gale e montanhas ao fundo, como o Monte Sharp, de 5,5 km de altura. Os cientistas compararam o lugar com o deserto de Mojave, no Arizona, EUA.
Uma das paredes da cratera – estudada desde o início da década de 1970 – fica ao norte do local de aterrissagem do Curiosity. Esse enorme buraco, do tamanho dos estados americanos de Connecticut e Rhode Island juntos, abriga um vale onde os astrônomos acreditam que no passado havia um sistema fluvial, como um rio ou riacho.
Marte Curiosity (Foto: Nasa/JPL-Caltech/AFP)Superfície de Marte apresenta variações de cores alaranjadas e avermelhadas (Foto: Nasa/JPL-Caltech/AFP)

Múmias encontradas no Atacama



Indivíduos da cultura Chinchorro viveram no Chile e Peru há 5 mil anos.
Aridez do deserto e tecnologias da época podem ter favorecido processo.


Cientistas chilenos dizem que corpos mumificados achados no deserto do Atacama, no norte do país, foram preservados pela ação do clima.
Os resultados estão publicados na edição desta semana da revista americana "Proceedings of the National Academy of Sciences" (PNAS).
Desde 1917 foram descobertos, em bom estado de conservação, vários indivíduos da cultura Chinchorro, formada por pescadores e coletores que também viviam no sul do Peru, há 5 mil anos. Isso significa que essas múmias são 2 mil anos anteriores às egípcias.
Múmia Chile (Foto: Courtesy of Bernardo Arriaza/Pablo Marquet)Corpo mumificado é descoberto no deserto do Atacama, no norte do Chile (Foto: Bernardo Arriaza)
Agora, os pesquisadores atribuem esse fato ao clima árido do Atacama – o deserto mais seco do mundo –, o que teria dificultado o processo de decomposição dos cadáveres.
O cientista Pablo Marquet e colegas da Pontifícia Universidade Católica do Chile também não descartam a possibilidade de que o próprio povo Chinchorro tenha mumificado seus mortos. Isso porque, na época em que eles viveram, havia uma maior disponibilidade de água doce e marinha, o que teria resultando em um crescimento populacional e em inovações culturais e tecnológicas suficientemente avançadas para preservar os corpos.
Múmia Chile 2 (Foto: Courtesy of Bernardo Arriaza)Múmia da cultura Chincorro é de uma mulher com peruca de cabelos humanos (Foto: Bernardo Arriaza)

11 junho, 2012

Conheça a maior e mais majestosa Caverna no Mundo: a Hang Son Doong, no Vietnã

Conheça a maior e mais majestosa caverna no mundo: a Hang Son Doong, no Vietnã

Por GQ Online
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A entrada da caverna, um portal de 1,5 quilômetro. (Foto: Getty Images)
A maior caverna do mundo? Sabemos onde fica: no Vietnã. E não, durante a Guerra do Vietnã por lá ninguém se escondeu na Hang Son Doong, pois foi descoberta em 1991 perto da fronteira do Laos, agora no batizado Phong Nha-Kẻ Bàng National Park. Um assobio assustador vem de dentro da enorme, gigantesca entrada, ou melhor, portal de 1,6 quilômetro (tem nome também, Hang En).

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Trata-se de um zumbido criado pelo largo rio subterrâneo de águas rápidas, o Rao Thuong River, que reverbera pelas paredes e se transforma em pequenos lagos ao longo de seu caminho nos meses secos. É um mundo perdido em quatro quilômetros de extensão e 91 metros de largura e 240 de altura – é grande o suficiente para acomodar um prédio de 40 andares. Que tal? Você é um aventureiro, quer ir até lá? Os pesquisadores ingleses Howard e Deb Limbert ficaram quatro dias por lá, em 2009, mas foram “barrados” por uma parede de calcita. Daí muito da caverna continuar inexplorado.

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Alguns buracos que passam luz do dia foram criados por quedas de pedras gigantescas (do tamanho de prédios) do teto. Mas é mesmo a maior caverna? Existe o longo sistema de cavernas Mammoth nos Estados Unidos, a profundíssima Krubera-Voronja na Georgia ou a atual recordista Deer Cave, na Malásia, mas nenhuma se compara com a enormidade em conjunto da Hang Son Doong.

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Em um dos skylights (buracos a partir do topo das montanhas da caverna), praticamente uma selva se instalou no entorno. Apesar de descoberta no começo dos anos 1990, foi somente em 2009 com uma expedição especializada inglesa que Hang Son Doong se tornou pública.

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25 outubro, 2011

Ele ainda dorme com a esposa morta

O vietnamita Le Van (57) ficou famoso quando a notícia de que ele vinha dormindo com a esposa morta por cinco anos ganhou os jornais do mundo. Sem conseguir superar a morte da esposa, Le Van pegou o corpo dela e acondicionou dentro de uma estátua de gesso. Olha que coisa macabra:
Le Van Ele ainda dorme com a esposa morta Após a estranha notícia, as autoridades locais tentaram persuadi-lo a enterrar os restos mortais da esposa, mas não existe lei que possa obrigá-lo a não dormir com o que sobrou do defunto.
Le Van2 Ele ainda dorme com a esposa morta
Le Van disse que faz isso para poder reencarnar. Segundo ele:
“Eu não era um ser humano na minha encarnação anterior. Eu cometi um pecado naquela encarnação, então eu devo ser um ser humano nesta encarnação. Nesta encarnação, eu tenho que treinar-me para voltar para a encarnação anterior.”
É difícil compreender o que o sistema de crenças com base na suposição de um processo reencarnatório tem a ver com dormir com uma estátua de gesso pintada de lilás cheia de ossos dentro. Seja como for, certamente ele está satisfeito com sua esposa, que nunca tem TPM e nunca reclama de nada. Uma curiosidade mórbida que me deu foi se ele fez a escultura da esposa anatomicamente correta, afinal, sabe como é… Bem, você me entendeu.
fonte

Aliens registrados em video na Amazônia?

O Tiago me mandou a notícia na semana passada, mas eu não tive tempo de postá-la até agora. article 0 0E78059500000578 416 634x369 Aliens registrados em video na Amazônia?
Ao que parece, um video obtido pelo escritor paranormal Michael Cohen, e registrado por dois turistas britânicos que visitavam Manaus, mostra o que muitos acreditam ser a maior prova da existência de alienígenas de tipologia alfa (também chamados popularmente de Greys) zanzando pela floresta.
A cena em que o alienígena aparece é bastante curta, e ele só foi realmente notado posteriormente, pois o cameraman estava focando nas crianças de uma tribo local.
article 2051796 0E7805D600000578 637 634x345 Aliens registrados em video na Amazônia?
Uma curiosidade do fotograma, é que o suposto alienígena aparece perto do que alguns entendem ser ou uma nave ou um portal, de cor azulada/prateada no meio do mato.
article 2051796 0E7805FA00000578 807 634x286 Aliens registrados em video na Amazônia?
Evidentemente, nem todos acreditam nas imagens do alien. Algumas pessoas desconfiam que seja mais uma fraude, (com toda razão).
Aqui está o video:


Seja como for, pelo menos o tal registro se deu numa região que já foi (e segundo alguns, ainda é) muito assolada por atividade alienígena. Eu mesmo, já conversei com um piloto que trabalhava para garimpeiros da amazônia que testemunhou um enorme ufo seguindo outro avião em plena vastidão da floresta. Na década de 70, a região de Colares, que fica no arquipélago de Marajó, também já esteve sob tamanha atividade ufológica que o prefeito decretou toque de recolher, e quando viu que nem isso adiantava, solicitou da FAB providências. Foi o que desencadeou uma das maiores investigações ufológicas oficiais já feitas no mundo, a Operação Prato, onde militares brasileiros não apenas viram, como fotografaram, rastrearam, gravaram, filmaram e tiveram que pular no rio para escapar das naves, que muitas vezes manifestavam comportamentos hostis.
arquivos ovni brasil operacao prato 1977 19 Aliens registrados em video na Amazônia?Uma página típica do relatório da Operação Prato
O governo Brasileiro negou a existência da operação prato até que um dos principais militares envolvidos, o Coronel Uirangê Hollanda revelou tudo, cedendo uma copia do relatório aos ufólogos que tornaram o documento publico, o que causou grande alvoroço na ufologia brasileira – e mundial. Posteriormente, o Coronel foi encontrado morto em sua casa. O atestado de óbito indicou suicídio e as investigações apontaram que ele se matou com a corda do roupão, uma condição estranha que gerou especulações se ele não teria “sido suicidado”.
Independentemente do video gravado pelos ingleses em férias ser real ou não, o volume de casos estranhos envolvendo naves, “aparelhos”, “luzes” e “chupa-chupa” (como a população ribeirinha chamam as naves que emitem focos de luz sobre as pessoas e elas ficam doentes logo depois) na região norte do Brasil sempre foi muito grande. Os índios locais tem longas tradições orais sobre espíritos, seres e criaturas misteriosas e assustadoras que vagam pela floresta a noite.
Em uma longa entrevista ao jornalista Roberto D´Avila, o sertanista Orlando Villas Boas contou uma situação que presenciou quando esteve morando com índios no parque nacional do Xingu, onde duas crianças desapareceram e ficaram sumidas por mais de uma semana. Todos achavam que elas haviam sido comidas por onças quando, após longas buscas com índios de varias tribos varrendo cada metro quadrado da floresta, do nada elas saem da mata. Estavam atordoadas, dizendo que houve uma chuva (de fato havia chovido no dia em que elas sumiram) e foram parar sob uma coisa redonda e brilhante. Aparentemente as duas estavam com “missing time” o mesmo estado de confusão mental no qual a pessoa diretamente envolvida no enquadre da abdução não sente ter passado o mesmo tempo que as pessoas externas ao fenômeno. Para os dois pequenos índios, eles estavam ainda no mesmo dia em que tinham desaparecido.
A história é muito estranha, e tudo aponta fortemente para uma hipótese de abdução.
No meu ponto de vista, é perfeitamente compreensível que índios sejam alvo da curiosidade científica de alguma outra espécie, tecnologicamente mais evoluída, que não deve fazer a menor distinção entre um Ianomami e um garimpeiro, ou mesmo um executivo de Wall Street.
Voltado ao caso da filmagem do suposto alien, se ela é real ou não, creio que isso deve se esclarecer com o tempo, mas o caso apresenta bons indícios de fraude/má interpretação. A começar pelo nome dos turistas, não revelado. Uma das coisas que mais caracteriza 171 é esse lance de testemunhas que não revelam a proveniência do material. Lembra daquela autópsia dos ETs do Ray Santilli? Esses caras usam sempre a mesma conversa para tirar o corpo fora. Há pessoas sugerindo que tudo possa se tratar de um viral para promover algum filme de Hollywood.
Por outro lado, se alienígenas existirem, é perfeitamente provável que eles acabem sendo registrados em, video, dada a acelerada popularização das câmeras nos últimos anos. Na dúvida, não acredite nem desacredite. Apenas desconfie.
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